'Você ficaria preso comigo em uma outra dimensão?' Ele leu e releu o cartão. Que vinha com um ramalhete de flores. Mas não eram quaisquer flores, eram Lírios. E ele bem sabia o que significavam lírios. Pensou, pensou. Que resposta seria, aliás que pergunta é esta? 'Quer ficar preso comigo em uma outra dimensão...' O que significaria isto? Ele não sabia. Mas sabia o que ela significava. Ela, era tudo aquilo que ele não poderia desvendar. Ela era louca e normal, doce e amarga... tudo ao mesmo tempo. E sempre tinha essas tiradas loucas, cantadas de outro mundo. Ela era... incrível! E agora esta! Esta pergunta com mil e um sentidos e o ramalhete de flores com mais sentidos ainda. Tudo tão imprevisível, tudo tão sublime. Ah, como era bom estar vivo! Ele não pensou duas vezes. Colocou o cartão na mão, as flores em um vaso. Pegou as chaves do carro e saiu. Ia em alta velocidade, feliz da vida, quando lembrou. Estava sim preso a ela. Mas ela estava longe, em outra dimensão. E não havia levado-o. Não, ela com toda a sua loucura e suas tiradas incríveis e seus lírios e perguntas. Estava ali, naquele lugar escuro. ELes desceu do carro, andou até lá. Então notou que os lírios haviam secado, o papel desbotado e os anos passado. Ele havia ficado preso sim a uma dimensão, mas esta dimensão não era com ela. Ela se foi, ela não se prendeu a ele. E droga, ele havia aceito este pedido... mas não houve tempo de dizer. E lírios? Significam: Eu o desafio a me amar. E ele aceitou este desafio. Mas não, não houve tempo de dizer.
Olá, seres místicos de minha existência! Hoje, deixando de lado as
chateações e tristezas. Vou dar a vocês algo que talvez seja legal. Um vídeo
meu! Pois é! Agora não serão simplesmente meus pés, ou qualquer outra parte de
meu corpo. Serei eu inteira dançando uma dança folclórica árabe. A dança da
bengala é uma dança masculina, evoluída de uma luta, que passou a ser dançada
por mulheres. É claro, com muito mais ginga. Você só pode dançar a dança da
bengala com um ritmo denominado Said. Que é basicamente D D s D D s T. Entendeu?
D= Dum s= espaço de mais ou menos um segundo e T= Tac. O Dum, seria um som
cheio, ou coisa parecida, e o Tac um som seco. Se você prestar bastante atenção
no fundo da música vai encontrar esse D D s D D s T. Espero que gostem e não
liguem para o meu véu que escorrega. Afinaaaal, foi a minha primeira vez. E cnem
todas as primeiras-vezes são as mais legais.
Pulando um pouco o assunto mas ainda dentro dele: dia 26 eu estarei
apresenatndo outro solo que será colocado aqui. Acabei de lembrar que eu tenho
uma outra apresentação em vídeo. Depois eu posto ela aqui! Até mais, fiquem
com o vídeo!
P.s.: Eu sei que a resolução não é das melhores. Mas quando eu receber este
mesmo vídeo com uma resolução bem melhor, vou postá-lo aqui
Estou cansada, com sono e irritada. Meus planos estão dando errado e meus
sonhos indo por terra. Então, como não quero falar de chateações. Vai um
vídeo, de um filme lindo com uma música que caiu bem. Boa noite!
Antes de mais nada, gostaria de pedir desculpas pela ausência. É que de repente me veio um bloqueio e as irritações com provas me deixaram sem 'saco' para postar aqui. Mas não pensem que eu esqueci de vocês! Vi em algum lugar, um pequeno exercício para pessoas que acabam 'bloqueadas'. Você pensa em uma palavra e aos poucos vai associando adjetivos e outras coisas à esta mesma, então vamos lá: Snujs Címbalos de metal Dança Magia Bronze Som
Interessante, o exercício até que não é tão ruim e acho que tive uma idéia.
Falei anteriormente o que eram snujs e como eles eram legais. Agora, vou disponibilizaruma música de percussão, comigo, acompanhado com snujs! Espero que gostem e não liguem para as desafinações.
Uma boa noite!
P.s.: não será a música toda, afinal só comecei a aprender no sábado. Ah e desculpem pelo corte repentino. Ainda estou aprendendo a mecher nestas coisas e parar o gravador com snujs na mão, no tempo certo, é bem complicado.
Eu me pergunto como será minha vida daqui para frente. Tenho poucos planos, alguns sonhos e uma mala cheia de conselhos, advertências e comentários sobre os meus próximos anos de vida. Me sinto na longa espera de um aeroporto, com minha mala pesada, pronta para embarcar. O avião se atrasa e se adianta à medida dos meus atos e pensamentos. Existem momentos em que eu gostaria que ele simplesmente caísse e me deixasse esperando para sempre no aeroporto. Já em outros, gostaria que ele chegasse antes do previsto e me tirasse logo. A minha mala vai ficando cada vez mais pesada à medida que eu vou caminhando. Mas o meu coração e minha mente não acompanham os seus passos. Meu coração por não ter algo ou alguém para se preencher completamente. Minha mente por ter várias pessoas pensando por ela. Não que eu seja um alguém sem personalidade, mas é como se eu fosse começar uma prova: eu estudei muito e estou pronta para 'mandar ver', mas me vem alguém e me dá todas as respostas. É confuso, mas é assim que é. Ao meu lado, eu vejo outros passageiros. São de todos os tipos. Alguns, eu tenho certeza, vão demorar muito para embarcar. Outros já deveriam estar embarcados a tanto tempo mas sequer têm noção disso. Existem aqueles que tentam burlar o guardinha do portão e dentre estes existem aqueles que conseguem e os que falham. Alguns simplesmente dormem em colchões improvisados, não estão nem aí se o avião chegar e eles perderem, outros se 'grudam' ao vidro e ficam esperando incansavelmente a chegada do seu avião. E é claro, existem aqueles que jamais vão embarcar, porque justo no momento em que estão fazendo o check-in, seu vôo é cancelado e eles simplesmente vão embora do aeroporto e ficam só na nossa memória. Quando você entra no aeroporto só existem duas chances de sair, pelo portão de embarque ou por cancelamento de seu vôo. Você definitivamente não pode sair pela porta que entrou por inúmeros motivos. Então, tudo que te resta é sentar e esperar ou tentar adiantar o processo. E onde eu estou nisso tudo? Eu sou daquelas passageiras de desejos duplos. Como alguém já havia me descrito: sou uma pessoa agitada de desejos sedentários. Se por um lado eu estou louca para sentar em minha poltrona e ver o avião decolar, por outro eu estou tremendo de medo de embarcar. Afinal, tantas coisas ruins podem acontecer! Eu posso ter esquecido minha passagem, meus documentos, pode ter algo de errado com a minha bagagem e eu simplesmente não embarcar... são tantos medos, tantas desconfianças, que a excitação de outrora se desvai. Pouco a pouco, vejo meus companheiros de espera embarcarem. E me arrependo, deveria ter me juntado àqueles que iriam no mesmo avião que eu, porém eles eram tão pouco interessantes... A cada novo toque de embarque, meu coração estremece. Minha boca fica seca e minha pele se arrepia, será o meu vôo? Finalmente eu irei sair daqui? Não, não. Apenas mais um de meus companheiros que vão e vão. Até que eu fique sozinha e desesperada. Será que terei o vôo cancelado? Não sei, não sei. As horas não passam, essa maldita mala só pesa. Eu estava louca quando quis fazer esta viagem! Eu poderia ter ficado em casa... mas, mas parecia tudo tão lindo! Tão fácil... Mas é isso, fazer o que? O jeito é esperar. Me arrumar em algum lugar para poder dormir e ficar na boba esperança de que um dia, alguém sente do meu lado e se predisponha a preencher minha mente e coração e de quebra, aliviar minha mala cheia de coisas inúteis.
Ontem eu não postei aqui, porque simplesmente não encontrei muito tempo para tal dedicação. Ontem, voltei a dançar. E foi simplesmente incrível, como eu pude deixar de tomar o minha dose de ânimo semanal? Estava louca! Estamos aprendendo a dançar com snujs. É um dos instrumentos mais difíceis de todo o curso, afinal é necessária muita prática ainda mais quando a dançarina decide tocar (acompanhada apenas pela percussão) e dançar ao mesmo tempo. Eu sempre quis aprender a agora estou tendo a chance e isso me deixa tão bem! Mas aí vocês se perguntam, você só foi para a aula de dança o que mais fez? Tive que comprar roupa e presente para um aniversário mais tarde no mesmo dia, leve umas duas horas para me arrumar. E a festa? Não foi ruim, a decoração estava linda e o tema era havaiano. Mas foi um saco, eu fiquei sozinha praticamente a noite inteira. E se não fosse pelo encontro com uma amiga de alguns anos, teria sido muito pior. Mas essa festa serviu para atentar a uma coisa. A pouco tempo atrás (uns 2, 3 anos). Eu vivia de festas e badalações. Estudar? Ha! Estudar é coisa de vagabundo, a parada mesmo é dançar até se acabar, beber até chegar quase perto e fazer coisas que papai não gostaria que eu fizesse. E nesta festa, não fiz nada disso. Eu tive a chance de reencontrar muita gente daquele tempo, gente que não me reconheceu, mas não falei com nenhuma. Antes, eu sabia de todas as músicas que estavam sendo lançadas. Das festinhas 'particulares'. Eu vivia de chapinha no cabelo, pronta para uma 'noitada' daquelas. Hoje? Eu escuto praticamente as mesmas músicas daquela época e algumas novas que me foram apresentadas com um pouco de tempo. Quase não vou a festas, aliás, quase não saio de casa.O máximo que eu faço é ir para convenções, acho que no máximo 4 por ano. De repente eu me tranquei em mim. Fiz de meu corpo uma sela da minha existência. Eu já não tenho mais a mesma vontade e ânsia de diversão e isso me encomoda. Afinal, eu tenho 15 anos! Eu só tenho 15 anos e já me sinto desta forma. Se sempre nos dizem que as coisas só tendem a piorar à medida que você vai crescendo, imagina como eu irei me sentir daqui a algum tempo? Um lixo! Sim, é nesse momento que você pensa em me dar um tapa na cara. E eu simplesmente adoraria. Um tapa bem dado que me faça acordar, abrir minha própria sela e fazer deste ano, afinal me disseram que deveria ser o melhor da minha vida, inesquecível na maioria dos aspectos. Mas o que eu faço? Fujo e me tranco em mim mesma, legal não é? Traz aí a palmatória que eu estou pronta para apanhar.