Esquizofrenia coletiva


Nada para digitar. Pelo menos nada realmente sensato.

É, após um dia moderadamente cansativo. Aqui estou eu, sem inspiração alguma para escrever. Então eu vou fazer uma coisa que até pode audar ou simplesmente ferrar tudo. Vou digitar sem pensar, diogitar só olhando para o teclado, sim eu sou daquelas pessoas que só digitam olhando para a tela. Bem, continuando, vou apenas olhar para o teclado sem pensar realmente no que eu estou escrevendo. Isso, basicamente, se chama redação de livre expressão. Tem mais resultados é claro se você fizer com papel e lápis (engraçado que eu quase ia escrevendo na folha com papel, o que significa que eu não estou fazendo certo. já que estou corrigindo meus erros).
Meus dias têm sido cansativos e com algunas frustrações, nada que eu nao possa resolver. Amanhã eu vou dançar e isso com certeza me deixará bem melhor. Não se preucupem, não vou falar sobre a minha grande paixão pela dança. Minhas mãos simplesmente não querem isto.
Neste exato momento, enquanto escrevo sem pensar ou simplesmente escrevo pensando, eu estou escutando uma música antiga. Ou nem tão antiga assim. Se chama Coming around again - Carly Simon - acho que é este o nome- bem, não importa. O que eu gostaria de digitar aqui é como me sinto quando ouço esta música. Ah, esta música me lembra certos sentimentos que uma vez eu tive. Não sei se eles ainda estão lá ou se é só loucura da minha mente afinal tenho estudado matérias exatas demais. A música não terminou e eu vou simplesmente mudar, cansei. Nossa, não consegui mudar porque de rpeente a voz da cantora soltou esta frase: 'And I believe in love, what else can I do? I'm so in love with you'. Bem talvez fale demais sobre o que eu quero ou seja apenas minha imaginação fértil novamente.
Vou finalmente mudar esta música maldita. A setinha do mouse foi direto para uma música de Phill Collins. Ótimo, esta será uma noite longa de músicas antigas e românticaas. Sinceramente só me faltava um bom copo de whisky com bastante gelo. Porque sim, eu gosto de whisky, algum problema? Whisky é bom até com mousse de chocolate, pois é eu adorava fazer isso. É realmente vergonhoso? Beber escutando música romântica enquanto se lembra daquilo que simplesmente deveria esquecer não só para o seu bem mas como para o bem de todos? 'I wish I could just make you turn around... turn around and see me cry' droga, essa frase pegou fundo agora..'Theres so much I need to say to you, so man reasons why'. Porque quando estamos cansados, levemente sonolentos e com tendências depressivas essas coisas nos acontecem? De repente todo o universo conspira contra nós e lá se vai a confusão. É músiuca romântica para cá, bebida para lá e de repente você está em um estado horrívelmente vergonhoso. Mas relaxa é só o computador e você. E é claro, todas as pessoas que lêem isto aqui.
Acho melhor eu parar, Phil Collins está indo descansar a voz e eu vou ver se acho uma garrafa de whisky para afogar as mágoas. Ou me afogar, tanto faz.



Categoria: Pensando...
Escrito por Lee às 21h10
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A traição

Apaixonou-se por ela. Mais fina, molhada... mais útil!
Agarrava-a diariamente. 'Enchia a mão' com ela. Usava-a com prazer. Fazia de tudo.
E a melhor parte. Ela não reclamava, não secava na hora 'H'. Não precisava de muito carinho. Ah! Isso é que era amor. Os dias com certezam eram mais alegres, mais calmos.
Até que aconteceu.
De repente ela ficou seca, áspera.
Não adiantava bater, molhar com saliva. Nada adiantava. Foi então que ele percebeu: um caso de verão. (E diga-se de passagem, que verão!)
A outra, apesar de difícil e as vezes seca, o amava. Continua ali a sua espera, pronta para ser usada. Algumas batidinhas aqui e ali. Algumas pré-eliminares mais quentes, quem sabe... Não fazia diferença, estavam juntos novamente.
Afinal, canetas porosas são mais fáceis. Porém eu fico com as esferográficas, que são muito mais fiéis.



Escrito por Lee às 13h06
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Chutes

Acordou irritado, gosto de vômito. Saiu chutando tudo. Cachorro, móvel (ouch!), papel, lixeira. De repente tropeçou, caiu. Se estava louco não sabia. Mas tudo de repente passou a chutá-lo. Levou chutes aqui e ali. Caiu, se machucou, pediu para parar.
E acordou assustado, nem tão irritado. Se levantou e nem sequer olhou para o cachorro.
Maldita bebedeira.

Escrito por Lee às 21h18
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Texto sem um fim.

Não veio por meio deste, falar sobre melancolias e nostalgias. O que eu quero colocar aqui são na verdade pequenas memórias de algo que talvez eu fosse esquecer sem mais nem menos.
Porque são coisas que nos cercam e que tendem a ser esquecidas por terem se tornado rotina em nossa vidas vazias.
São as coisas mais incríveis e ao mesmo tempo mais banais de toda a nossa existência.
Já parou para pensar que coisas são estas? Se você já tentou e simplesmente não conseguiu, você se torna automaticamente a prova do que eu disse acima.
É meu caro, você já esqueceu. Como pôde? Esquecer dessas pequenas coisas, tão belas em sua minoridade.
Enquanto escrevo isto, acabei de me lembrar de um pequeno escorrego que dei no início do texto.
Infelizmente, para alguns, esse será um texto basicamente nostálgico. Afinal eu irei falar sobre coisas inesquecíveis mas que tendemos a esquecer. Embora não seja exatamente nostalgia em todo o seu significado, eu acredito que pelo menos uma gota haverá.
Voltando então ao curso de meu pensamento...
Sem mais delongas, vamos começar.

Afinal, é realmente difícil de lembrar. O que você acha?



Escrito por Lee às 20h42
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Cap. 3

Cap. 3 Pois é, lembram de uma certa história? Aqui está o fim. As duas primeiras escolhas cansaram de esperar, a segunda escolha passou de amor a ódio em relação a menina, disse-lhe que era para ela ter dito antes que ele gastava o dinheiro dele com ela e tudo que ele queria era uma tarde, uma tarde apenas. Podem chamar esta menina de louca, as vezes até eu acho que ela é louca. Como ela poderia trocar duas escolhas em sua cidade, tão próximas a ela, por uma terceira escolha que estava muito, muito longe dela? Que loucura é essa que a tomou e a fez trocar pela comodidade de alguém em sua cidade, por algo incostante e perigoso, e pior! Que poderia magoá-la pior do que jamais se magoou. Há quem diga que ela estava louca, mas, existem aqueles sonhadores que dizem que ela estava simplesmente apaixonada, e ela estava! Aquele rapaz havia entrando nos pensamentos dela e não queria sair. Até aquela primeira pessoa que ela conheceu estava gostando da idéia. E assim foram passando os dias, os meses,passou-se até um ano e aquele sentimento pequeno que chegou em um momento pra lá de estranho só ia crescendo cada vez mais, alimentado por essas duas pessoas, dois desconhecidos. E a parte mais louca da história? Eles nunca haviam se visto antes até hoje eles nunca se viram. Mas de repente aquilo foi mudando, coisas aconteceram com ambos e os deixaram tristes estranhamente não havia mais a mesma comunicação, o amor ainda era tão forte como no início, mas de alguma forma as conversas não eram mais tão longas e tão cheias de detalhes e o rapaz começou a ficar ausente por muito tempo. A comunicação entre esses dois seres se tornou tão estranha, que esse rapaz certa vez disse a amiga da menina, que era preciso dela para que ele pudesse entender sua amada, ele disse que tinha dúvidas de que ela realmente gostasse de vê-lo, e isso foi crescendo. Mas mal ele sabia que esse desejo de ser visto nasceu desde a primeira conversa... Não, o amor não foi diminuindo, ele apenas ficou... estranho. Claro, haviam momentos muito felizes, lindas palavras, sonhos, planos, todo um futuro pela frente. Até mesmo essa menina que jamais se imaginou casada sendo feliz ao lado de alguém passou a imaginar-se em todas essas situações. Mas como eu disse, as coisas foram piorando. Foi neste ano, que elas tomaram um rumo triste. Este rapaz queria partir, mas não da vida dela, mas da sua própria. E o que ele não sabia é que ela também queria há muito tempo... ela queria tirar férias de si mesma, só não o tinha feito por causa das suas duas únicas razões de viver, essas duas pessoas. Essa menina, se sentia patética, ainda vivia em uma farsa e muitos acontecimentos haviam deixado-a assim... Mas ela teve mais vontade de ir quando ele disse isso a ela, quando ela leu, seu coração se partiu, e lágrimas brotaram, ela simplesmente não poderia acreditar que tudo aquilo havia tomado o rumo que tomou, ela queria impedí-lo, por amá-lo demais. Mas ele estava tão confuso quanto ela estava e continuava com essa idéia. Ela pediu que ele não partisse que ele ficasse mesmo que isso representa-se a sua separação. Essa menina hoje, agora neste momento, não sabe que rumos tomar, ela não sabe o que irá acontecer e tem muito medo do seu futuro, tudo que ela queria era ser amada da forma que estava sendo e agora ela já não tinha mais tanta clareza. Ela começou a achar que tinha algo errado com ela, que ela não conseguia fazer alguém feliz. Essa menina ama tanto este rapaz, que poderia morrer por ele para ser sincera, é esta a razão pela qual ela tinha certeza que o amava. Ela estava disposta a isso. Não sei se ainda está, afinal faz tempo desde a última vez que nos falamos. Eu me mudei e ela continuou naquela cidade. E infelizmente, eu perdi o número de seu celular. Perdeu o Cap. 1 e o 2? Aqui estão: http://ctrl13.zip.net/arch2007-12-16_2007-12-22.html > Dias 19 e 20.



Categoria: A propósito
Escrito por Lee às 21h26
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Magia

Realizado no dia 11 de dezembro de 2007, o Circo do Oriente, Dança e Magia. Lotou o teatro Tobias Barreto.
E eu estava lá.
Não posso descrever a emoção que foi participar de algo tão incrivelmente lindo e maravilhoso como este espetáculo. Realmente poderia se sentir a magia foi incrível!
Este vídeo logo abaixo, é uma coreoografia em que participei. Eu estava dançando com as taças e sou a quarta desta fila que vai entrando com as taças. Estou com roupa amarela, se é que dá para ver, mas isto não importa.
Quem tem alguma experiência de palco, sabe o quão reconfortante são os aplausos. O quão boa é a excitação pré-espetáculo.
Sim, sim! Em mais ou menos 5 meses antes da data você já começa a se preparar, eu por exemplo já estou desenhando a minha roupa para o final do ano. E chega aquela 'loucura', maquilagem, cabelo, a coreografia está pronta? Eu irei errar? Minha roupa está certa?
Tantas emoções.
E vai chegando o dia, o nervosismo aumentando.
Então ele chega.
Você acorda e já está pensando nisso. Fica recordando cada passo e expressão da coreografia. As horas vão passando e você tem que começar a se arrumar.
Chegar em média umas 2 ou 3 horas antes do espetáculo, por garantia mesmo, se acalmar, respirar fundo, se alongar, fazer as suas preces.
Entrar em contato com o resto do elenco...
E sinceramente, é este o momento de mais alta tensão.
O momento em que as cortinas estão fechadas, pois atrás delas está todo o elenco de mãos dadas, rezando. Pedindo para qualquer que seja a sua divindade que ilumine este espetáculo e que faça dele inesquecível.
E então é dado o sinal.
O espetáculo começa e você já não é mais você. É um outro ser, dotado de uma magia que só alguém que está no meio pode sentir.
Você dá o melhor de si e em menos de 2 horas, todo o trabalho de meses se acaba. Mas você sabe que vale a pena, os aplausos mostram isso. Os abraços, os cumprimentos...
E de repente, tudo volta ao normal. Não tem mais aquela excitação, não tem mais aquela correria. É só a sua vida que voltou.
E você sente falta, muita falta e mal pode esperar para voltar a ensaiar.
Porque no fundo no fundo, a dança e a sua magia sempre continuarão em você.



Categoria: A propósito
Escrito por Lee às 19h42
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